Mark Millar, autor das graphic novels e produtor dos filmes, respondeu ao ator em seu blog pessoal.
"Estou perplexo com esse anúncio já que tudo visto nesse filme estava no roteiro há 18 meses. Sim, a contagem de corpos é bem grande, mas um filme chamado Kick-Ass 2 não podia ser diferente. Uma sequência para um filme que nos deu Hit-Girl com certeza teria algum sangue no chão e isso não deveria ser um choque para um cara que gostou tanto do primeiro filme. Como Jim, eu estou horrorizado com a violência na vida real (e olha que sou escocês), mas Kick-Ass 2 não é um documentário. Isso é ficção e como Tarantino e Peckinpah, Scorsese, Eastwood, John Boorman, Oliver Stone e Park Chan-wook, Kick-Ass evita as mortes sem sangue que fazem parte da maioria dos blockbusters e foca nas consequências da violência. Ironicamente, o personagem de Jim em Kick-Ass 2 é nascido católico e se recusa a usar uma arma de fogo e ele disse que isso foi o que o atraiu no personagem.Para encerrar, essa decisão é dele, mas eu não consigo acreditar que a violência na ficção leva a violência na vida real tanto quanto Harry Potter fazendo feitiços leva a criação de mais meninos bruxos na vida real. Nosso trabalho como contadores de histórias é entreter e nossa caixa de ferramentas não pode ser sabotada cerceando o uso de armas em filmes de ação."
O assunto ainda deve dar algum pano para manga, mas é compreensível a posição do ator, assim como é a do autor.
Na sequência, a insana bravura de Kick-Ass inspira uma nova ordem de super-heróis independentes. O herói é convidado a se unir aos novos heróis conhecidos como Justice Forever, liderados pelo ex-mafioso Coronel Estrelas. Quando eles começam a fazer diferença nas ruas, o vilão Red Mist ( renascido como Motherf*cker ), forma uma liga do mal e coloca em prática seu plano de fazer Kick-Ass e Hit Girl pagaram pelo que fizeram ao seu pai.

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